{"id":9821,"date":"2021-09-02T20:45:50","date_gmt":"2021-09-02T18:45:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.grandesassisesamp2022.com\/les-femmes-la-lalangue-et-le-serpent-un-trio-dorygine\/"},"modified":"2021-09-17T21:15:34","modified_gmt":"2021-09-17T19:15:34","slug":"les-femmes-la-lalangue-et-le-serpent-un-trio-dorygine","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.grandesassisesamp2022.com\/pt-br\/les-femmes-la-lalangue-et-le-serpent-un-trio-dorygine\/","title":{"rendered":"As mulheres, a lal\u00edngua e a serpente, um trio de origem"},"content":{"rendered":"\n<p><em>\u00ab\u00a0\u00c9 uma pr\u00e1tica. \u00c9 uma pr\u00e1tica, dure o que durar, \u00e9 uma pr\u00e1tica do bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 [bavardage]. Nenhum bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 \u00e9 sem riscos. A palavra \u00ab bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1\u00bb j\u00e1 implica alguma coisa. O que implica est\u00e1 suficientemente dito pela palavra \u00ab bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 \u00bb. O que quer dizer que n\u00e3o h\u00e1 somente frases, ou seja, o que chamamos de proposi\u00e7\u00f5es, que implicam consequ\u00eancias, as palavras tamb\u00e9m. \u00ab Bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 \u00bb coloca a fala no n\u00edvel de babar ou de cuspir. Ela a reduz ao tipo de respingo que dela resulta. \u00c9 isto.\u00bb<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Jacques Lacan,<em> O momento de concluir.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Num artigo inultrapass\u00e1vel sobre a origem da linguagem<a href=\"#sdendnote1sym\"><sup>i<\/sup><\/a> Fran\u00e7ois Rastier, linguista, lembra-nos que esse assunto \u00e9 censurado h\u00e1 muito tempo: \u00ab&nbsp;Foi por volta de 1870 que esta recusa tomou uma forma institucional. A Sociedade de Lingu\u00edstica de Paris, fundada em 1866, deve uma parte de sua celebridade ao artigo II de seus primeiros estatutos: art. 2: A sociedade n\u00e3o admite nenhuma comunica\u00e7\u00e3o a respeito seja da origem da linguagem, seja da cria\u00e7\u00e3o de uma l\u00edngua universal.&nbsp;\u00bb <a href=\"#sdendnote2sym\"><sup>ii<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Desde ent\u00e3o, o debate recome\u00e7ou, em particular com o mentalismo de Chomsky oposto \u00e0s teses comportamentalistas de Skinner. Na sua obra de 1957&nbsp;<em>Estruturas sint\u00e1ticas<\/em><em>, <\/em><em>ele formula que a linguagem \u00e9, antes de tudo, uma sintaxe de origem biol\u00f3gica e inata. Para ele, a gram\u00e1tica prima sobre o estudo da estrutura, da forma, independente do sentido. Ele o ilustra pelo famoso exemplo: <\/em><em>Colorless green ideas sleep furiously<\/em>, discutido por Lacan em seu <em>Semin\u00e1rio<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Lacan a\u00ed prop\u00f5e que a ideia de significante se suporta, essencialmente, em <em>lal\u00edngua<\/em> na sintaxe. A isso ele acrescenta: \u00abEssa ideia, na <em>lal\u00edngua, <\/em>tem seu suporte essencialmente na sintaxe. De todo modo, o que caracteriza <em>lal\u00edngua <\/em>entre todas s\u00e3o os equ\u00edvocos que lhe s\u00e3o poss\u00edveis, tal como ilustrei com o equ\u00edvoco de <em>dois <\/em>[deux]com <em>deles<\/em> [d\u2019eux]. Se alguma coisa na hist\u00f3ria pode ser suposto, \u00e9 que foi o conjunto de mulheres que engendrou o que chamei de <em>lal\u00edngua, <\/em>diante de uma l\u00edngua que decompunha, no caso, o latim, j\u00e1 que \u00e9 disso que se tratava na origem de nossas l\u00ednguas. Podemos nos interrogar a respeito do que p\u00f4de guiar um dos dois sexos rumo ao que chamarei de pr\u00f3tese do equ\u00edvoco, e que faz com que o conjunto de mulheres tenha engendrado em cada caso <em>lal\u00edngua<\/em>. \u00bb<a href=\"#sdendnote3sym\"><sup>iii<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a><\/a> Poder\u00edamos supor que o equ\u00edvoco, aqui, faz pr\u00f3tese \u00e0 sintaxe em via de dissolu\u00e7\u00e3o, quando ela \u00e9 vista como n\u00facleo e arquitetura de produ\u00e7\u00e3o do sentido? Antoine Meilletnota em <em>l\u2019Esqu<\/em><em>isse d\u2019une histoire de la langue latine<\/em><a href=\"#sdendnote4sym\"><sup>iv<\/sup><\/a>, que, no final do Imp\u00e9rio romano \u00ab&nbsp;a camada de pessoas cultas praticando a l\u00edngua latina era parca\u00bb. \u00c9 pela cultura das elites (sobretudo masculinas&nbsp;!) que se mantinham as formas gramaticais complexas herdadas do indo-europeu. Elas serviam a manter um sentido est\u00e1vel em uma l\u00edngua essencial \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio e, portanto, provavelmente a proscrever o equ\u00edvoco pelos efeitos da gram\u00e1tica. Ao lado disso, as classes pouco cultas opunham a vida e a pot\u00eancia da fala, aquela da rua, fonte de equ\u00edvocos pr\u00f3prios a eludir o poder por meio dos jogos de linguagem. A. Meillet acrescenta que, assim sendo, com o passar do tempo: \u00ab&nbsp;a frase do romance comum n\u00e3o tem mais a articula\u00e7\u00e3o a um s\u00f3 tempo delicada e firme da frase do latim antigo; o latim vulgar tornou-se algo que os homens mais variados e os menos cultos podiam manusear, uma ferramenta c\u00f4moda, boa para todas as m\u00e3os.\u00bb<a href=\"#sdendnote5sym\"><sup>v<\/sup><\/a> <a href=\"#sdendnote6sym\"><sup>N.T<\/sup><\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim nascem as l\u00ednguas romanas que se enriquecem de outras l\u00ednguas. Observadoras modernas, soci\u00f3logas, puderam confirmar que a l\u00edngua falada comum tem um estatuto particular ao feminino, frequentemente qualificado de <em>bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1. <\/em>Os homens s\u00e3o aqui constitutivos da norma do discurso. Umas dessas especialistas do uso social da fala acrescenta: \u00ab&nbsp;Em conflito com esta norma, o falar feminino se inscreve pela falta, em negativo e em menos. E o que transparece nessas apresenta\u00e7\u00f5es do falar feminino \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o que o comum dos mortais, sem tergiversar, chama de bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1\u00bb.<a href=\"#sdendnote7sym\"><sup>vi<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Por meio de um preconceito, confirmado aqui pela observa\u00e7\u00e3o, as mulheres s\u00e3o frequentemente a fonte viva do bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1, colocado ali\u00e1s em rela\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m com o balbuciar e a lala\u00e7\u00e3o. Este fato \u00e9 \u00e0s vezes aproximado de seu poder de serem as passadoras da l\u00edngua materna. Esse bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 feminino, que serve frequentemente a discriminar as mulheres, \u00e9 tamb\u00e9m, \u00e0s vezes, assumido por elas, veja-se, por exemplo, as \u00ab&nbsp;falastronas\u00bb de Marguerite Duras<a href=\"#sdendnote8sym\"><sup>vii<\/sup><\/a>. Isso pode tamb\u00e9m levar as mulheres \u00e0 ideia mais radical de criar grupos de discuss\u00f5es sem homens, a fim de encontrarem um dizer mais feminino! Esses fatos de <em>bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 <\/em>contrastam com a preocupa\u00e7\u00e3o feminista de se limitar a influir sobre a l\u00edngua, manuseando apenas as desin\u00eancias de g\u00eanero de outro modo na l\u00edngua inclusiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Qual \u00e9 ent\u00e3o o la\u00e7o entre o sentido, f\u00e1lico, e o pouco-de-sentido do bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 das mulheres, que, \u00e0s vezes, flerta sem tocar o <em>sem-sentido<\/em> [pas-de-sens] do real, at\u00e9 mesmo com o p\u00e9 que elas t\u00eam nesse real que escapa aos homens? Em que ele ressoa, ent\u00e3o, o gozo fora do sentido que lhes seria pr\u00f3prio? Mas n\u00e3o sem o sentido! Passando pelos semblantes, o bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 no feminino reinventa a l\u00edngua e reencontra a sua origem no real da n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o, fazendo-a <em>ex-sistir<\/em> nas entrelinhas. Esta n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o pode, de fato, ser percebida como o efeito da linguagem (e do bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1), e at\u00e9 ser a causa secreta da linguagem! O que a situa em um mais-al\u00e9m do falo. Em sua \u00ab&nbsp;Confer\u00eancia em Genebra sobre o sintoma\u00bb<em>, <\/em>Lacan declara: \u00ab&nbsp;Eu me sentiria bastante inclinado a acreditar que, contrariamente ao que choca muitas pessoas, foram de prefer\u00eancia as mulheres que inventaram a linguagem. Ali\u00e1s, o <em>G\u00eanese <\/em>d\u00e1 a entender isso. Com a serpente, elas falam &#8211; quer dizer, com o falo. Elas falam com o falo, ainda que, para elas, se trata de h\u00e9tero. [\u2026] Contrariamente \u00e0quilo em que se acredita, o falocentrismo \u00e9 a melhor garantia da mulher. [&#8230;] A Virgem Maria com seu p\u00e9 sobre a cabe\u00e7a da serpente significa que ela, a\u00ed, se sustenta.\u00bb<sup> <\/sup><a href=\"#sdendnote9sym\"><sup>viii<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>De fato, Ad\u00e3o fala a l\u00edngua de Eva, Lacan n\u00e3o se engana sobre isso, ele n\u00e3o o inventou e a serpente tamb\u00e9m. A serpente fala, ela anda e \u00e9 \u00abo animal mais esperto que o SENHOR Deus havia feito\u00bb (G\u00eanese 3&nbsp;:1). \u00c9 ela quem diz a Eva&nbsp;: \u00ab\u00e9 verdade que Deus mandou que voc\u00eas n\u00e3o comessem as frutas de nenhuma \u00e1rvore do jardim?&nbsp;\u00bb (G\u00eanese 3&nbsp;:1). A serpente se parece, ent\u00e3o, com um homem f\u00e1lico! Dito de outro modo, o falo pode ser tomado do lado mulher como aquele que ama as mulheres (h\u00e9tero!), mas tamb\u00e9m como o que serve de suporte ao dizer delas, como uma esp\u00e9cie de escabelo da palavra delas! \u00c9 preciso que o falo esteja l\u00e1 como significante por excel\u00eancia para que uma mulher possa <em>ex-sistir<\/em> a ele, pondo-lhe o p\u00e9 em cima, mesmo que seja pela via de seu filho. Para que ela possa, em seguida, prosseguir sua a\u00e7\u00e3o em um bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 que conserva do falo sua \u00fanica \u00ab&nbsp;faun\u00e9tica&nbsp;\u00bb \u2013 sua fun\u00e7\u00e3o de fazer sentido e dessentido n\u00e3o \u00e9 mais \u00fatil, guarda-se apenas o som &#8211; e fazer disso equ\u00edvocos que fazem a <em>lal\u00edngua&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em um not\u00e1vel artigo de <em>l\u2019Hebdo-blog <\/em>n\u00b0188que me orientou, Fran\u00e7oise Tartavel, citando Antoni Vicens<a href=\"#sdendnote10sym\"><sup>ix<\/sup><\/a> observa: \u00ab&nbsp;Antoni Vicens formulou a hip\u00f3tese de que uma l\u00edngua que se decomp\u00f5e tem por efeito feminizar as rela\u00e7\u00f5es humanas e produzir uma comunidade de gozo, necessariamente fora da lei, pois este \u201cfora da lei\u201d \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o. Ele sustenta que Lacan \u201cconsidera as mulheres, mais exatamente o gozo feminino, na origem da unidade das l\u00ednguas.&nbsp;\u030e\u00bb<a href=\"#sdendnote11sym\"><sup>x<\/sup><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Resta saber o que se decomp\u00f5e primeiro: o Imp\u00e9rio ou a l\u00edngua? E o que pode renascer dessa decomposi\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o&nbsp;: Fernanda Turbat<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote1anc\">i<\/a> Rastier F., \u00ab\u00a0De l\u2019origine du langage \u00e0 l\u2019\u00e9mergence du milieu s\u00e9miotique\u00a0\u00bb, <em>Marge linguistique<\/em>, n\u00b011, mai 2006, en ligne\u00a0: <a href=\"http:\/\/www.revue-texto.net\/1996-2007\/Inedits\/Rastier\/Rastier_Origine.pdf\">http:\/\/www.revue-texto.net\/1996-2007\/Inedits\/Rastier\/Rastier_Origine.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote2anc\">ii<\/a> <em>Ibid.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote3anc\">iii<\/a> Lacan J., <em>O Semin\u00e1rio<\/em>, livro 23: <em>o sinthoma<\/em> (1975-1976), texto estabelecido por Jacques-Alain Miller, Rio de Janeiro: Zahar 2007, p.113.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote4anc\">iv<\/a> Meillet A., <em>l\u2019Esquisse d\u2019une histoire de la langue latine<\/em>, Klincksieck, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote5anc\">v<\/a> Meillet A., <em>op. cit\u00a0.<\/em>,p. 273.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote6anc\">N.T<\/a> Tradu\u00e7\u00e3o livre pela tradutora deste artigo. A obra n\u00e3o se encontra traduzida em portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote7anc\">vi<\/a> Aebischer V., <em>Les femmes et le langage<\/em>, Paris, PUF, 1985, p. 54.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote8anc\">vii<\/a> Duras M e Gauthier X., <em>Boas falas<\/em>. Conversa sem compromisso. S\u00e3o Paulo, Record, 1974. Tradu\u00e7\u00e3o da obra original\u00a0: Duras M. et Gauthier X. <em>Les parleuses<\/em>, Paris, Minuit, 1974.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote9anc\">viii<\/a> Lacan J., \u00ab\u00a0Confer\u00eancia em Genebra sobre o sintoma\u00bb, <em>Op\u00e7\u00e3o lacaniana<\/em> <em>n<\/em><sup><em>o<\/em><\/sup><em>\u00a023<\/em>, 1998, p.\u00a016. Texto publicado com a autoriza\u00e7\u00e3o de J.-A. Miller.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote10anc\">ix<\/a> Vicens A., \u00ab\u00a0Lacan, un mode de jouissance\u00a0\u00bb, in Brousse M.-H. (s\/dir.), <em>La psychanalyse \u00e0 l\u2019\u00e9preuve de la guerre<\/em>, Paris, Berg, 2015, p.\u00a0176-177.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#sdendnote11anc\">x<\/a> <a href=\"https:\/\/www.hebdo-blog.fr\/lacan-femmes-lalangue\/\">https:\/\/www.hebdo-blog.fr\/lacan-femmes-lalangue\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00ab\u00a0\u00c9 uma pr\u00e1tica. \u00c9 uma pr\u00e1tica, dure o que durar, \u00e9 uma pr\u00e1tica do bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 [bavardage]. Nenhum bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 \u00e9 sem riscos. A palavra \u00ab bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1\u00bb j\u00e1 implica alguma coisa. O que implica est\u00e1 suficientemente dito pela palavra \u00ab bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 \u00bb. 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